Entenda os efeitos da volatilidade no mercado imobiliário

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Você sabe o que é a volatilidade no mercado imobiliário e os efeitos que ela causa? O mercado imobiliário dentro disso permite, de certo modo, algum equilíbrio quando se trata de investimentos e retornos implícitos, mas, ainda é necessário atenção. 

Muitas vezes, um investidor considera apenas outras características, como a rentabilidade, o preço do ativo e o volume de negociação, por exemplo. Porém, também é importante ponderar outros elementos. 

Não fazer uma análise atenciosa dos riscos de retorno, pode levar a ações impulsivas e, consequentemente, prejuízos aos seus rendimentos. Quer entender melhor sobre a volatilidade do mercado imobiliário? Continue a leitura!

O que é volatilidade? Como funciona isso no mercado imobiliário? Confira! | Foto: Freepik.

O que é volatilidade no mercado imobiliário

Antes de tudo, é importante entender o conceito de volatilidade. A volatilidade é um parâmetro de análise de risco que permite verificar as oscilações de um determinado ativo e as variações de valor no curto e médio prazo. 

Em resumo, pode ser visto como um indicador de uma análise fundamentada na seleção perante diferentes classes de ativos ou na mesma classe, considerado pelos investidores. Assim, a volatilidade no investimento vai determinar o tipo de investidor em função do risco, basicamente tentando prever essas possíveis falhas.

Para ficar ainda mais claro, pense que a volatilidade vai permitir um estudo melhor sobre o investimento que pretende realizar. Assim, é possível dimensionar sua capacidade de fornecer bons rendimentos, ou os riscos da escolha.

Como você já percebeu, é impossível falar em volatilidade sem mencionar a palavra risco, pois os dois termos estão interligados, embora não sejam sinônimos. Mas, como saber quando é mais ou menos arriscado investir em determinado ativo? 

Justamente a partir da volatilidade. O raciocínio é simples: quanto mais volátil for um ativo, mais significativa é a sua variação em relação às flutuações de mercado. Investimentos mais voláteis são mais arriscados. 

Porém, caso você tenha um ativo de alta volatilidade e esteja ciente disso, pode usar tal conhecimento em seu favor. É importante estar atento ao melhor momento de alta para vendê-lo, criando oportunidades. 

A volatilidade no mercado imobiliário tem precedentes passados e históricos de baixo risco, já que é considerada uma das opções na diversificação de carteira de investimentos de clientes institucionais e corporativos mundialmente. Em outras palavras, uma das áreas mais seguras para se investir, já que, normalmente, a maioria dos imóveis valoriza conforme o tempo passa. 

Porém, como isso fica com quem está entrando agora? Na visão de investimento direcionado e analisado de forma específica no setor imobiliário, é possível verificar que esse mercado tem ocorrências específicas. 

Quem trabalha no setor consegue compreender facilmente que o mercado de  tem uma volatilidade considerável comparado aos restantes. O arrendamento residencial é uma espécie de aluguel, onde o proprietário ou detentor dos direitos do imóvel cede esses direitos à outra pessoa em troca de uma vantagem, normalmente um valor em dinheiro, por um período determinado. 

Por isso mesmo, esse fato provoca alterações nos valores de compra e venda nas zonas de reabilitação urbana. Em outros segmentos, o mercado não é tão volátil, mas há alguns nichos onde o risco de volatilidade, sobretudo nas taxas de retorno, não são de se ignorar.

Como entender a volatilidade?

De forma geral, entender a volatilidade de um ativo ajuda a identificar o caminho dos seus investimentos. Contudo, você já deve ter ouvido a palavra “volátil” ser aplicada de diferentes formas dentro do mercado financeiro. 

Isso porque a volatilidade não se refere apenas à oscilação no preço dos ativos, pois ela pode estar relacionada, por exemplo, ao próprio mercado. Como o mundo financeiro é influenciado por uma série de fatores externos, ele também está sujeito a uma menor ou maior volatilidade. 

Podemos tomar como exemplo questões políticas nacionais e até mesmo internacionais que afetam os cursos do mercado. Inclusive, consequentemente, os preços dos ativos e derivativos nos quais você pode abordar. Pois é, a volatilidade é um conceito bem amplo e, por isso, compreendê-lo é ter vantagens interessantes no mercado de investimentos.

Quais são os riscos da volatilidade?

Conforme já destacamos no conteúdo, existe uma relação essencial entre risco e volatilidade. Para entender melhor como os conceitos estão interligados, é preciso saber o que são riscos.

Quando se fala em risco, fazemos uma referência à chance de o retorno de um investimento acabar sendo diferente do que você esperava. Isto é, o conceito está ligado à possibilidade de perda de parte — ou mesmo de todo — o valor aportado. 

Bom, sabemos que, dentro do mercado de investimentos, há diversas possibilidades de riscos, então, como é possível estreitar essas possibilidades? É aí que entra a volatilidade. Ela será a medida utilizada para mensurar o risco de perda, já que informa a frequência e a intensidade na variação dos preços dos ativos. 

Um ativo mais arriscado é mais volátil, com maior chance de perda (mas também de ganho, vale lembrar). Por outro lado, um ativo mais seguro é menos volátil, em que a probabilidade de perder e de ganhar é menor.

Como calcular a volatilidade?

Depois de entender o que é a volatilidade, é essencial entender como calculá-la para estimar a oscilação no preço. Porém, saiba que não há uma única resposta. Na verdade, há diversas formas para identificar a medida de risco. 

A maneira mais tradicional para determinar a volatilidade é a partir do desvio padrão da rentabilidade histórica de um determinado investimento. Ela é considerada uma medida de volatilidade absoluta, que varia de acordo com o período de tempo determinado de avaliação. 

Existem, ainda, outras formas de avaliar se um ativo é volátil ou não. Nesse caso, sua volatilidade pode ser determinada em relação à oscilação do próprio mercado. Para isso, a medida beta, outra forma de mensuração, é a mais usada. Ela determina a volatilidade de um ativo específico frente a um índice de mercado. 

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